sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O que não é amor!























Acabei de receber esta mensagem no meu e-mail e passo adiante! Muito interessante! Desconheço a autoria!
Beijinhos e ótimo final de semana!
Até mais!


Já se falou tanto em amor, amizade e paixão...
Que tal falarmos do que não é amor?
Se você precisa de alguém para ser feliz, isso não é amor.
É carência.

Se você tem ciúme, insegurança
e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado,
mesmo sabendo que não é amado,
e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros,
que lhe parecem todos rivais, isso não é amor.
É falta de amor próprio.

Se você acredita que "ruim com ela(e), pior sem ela(e) ",
e sua vida fica vazia sem essa pessoa;
não consegue se imaginar sozinho e mantém um relacionamento
que já acabou só porque não tem vida própria -
existe em função do outro - isso não é amor.
É dependência.

Se você acha que o ser amado lhe pertence;
sente-se dono(a) e senhor (a) de sua vida e de seu corpo;
não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas,
só para afirmar seu domínio, isso não é amor.
É egoísmo.

Se você não sente desejo; não se realiza sexualmente;
prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa,
porém sente algum prazer em estar ao lado dela,isso não é amor.
É amizade.

Se vocês discutem por qualquer motivo;
morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa;
nem sempre fazem os mesmos planos;
discordam em diversas situações;
não gostam de fazer as mesmas coisas ou ir aos mesmos lugares, mas
sexualmente combinam perfeitamente, isso não é amor.
É desejo.

Se seu coração palpita mais forte; o suor torna-se intenso;
sua temperatura sobe e desce vertiginosamente,
apenas em pensar na outra pessoa, isso não é amor.
É paixão.

Agora, sabendo o que não é amor,
fica mais fácil analisar, verificar o que está acontecendo e
procurar resolver a situação.
Ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e
desejo; que sinta o mesmo por você,
para que possam construir um relacionamento
equilibrado no qual haja, aí sim,
este é o verdadeiro e eterno amor.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O ciúme!


Oi, genteee! Tudo bem?

Diante de certos acontecimentos de alguns dias para cá acerca do ciúme, estive pensando muito sobre esse sentimento que me deixa extremamente desconfortável e com medo.

Minha filosofia é a de que ninguém é de ninguém, sobretudo em relacionamentos amorosos. As pessoas, e essa é a minha opinião, se unem por um objetivo comum, de querer compartilhar a vida, os momentos e até o dia em que for bom para ambos, então o ciúme não tem lugar numa forma de vida neste estilo.

Quando digo ciúme, é aquela forma exagerada de possessividade, de achar que o outro é sua propriedade, é a de perder a individualidade e achar que o outro deve também anular seu próprio eu, como forma de gratidão.

Claro que de vez em quando, até faço um pouquinho de cena (particular e comedida, sempre!), quando alguma "piriguete" se acha no direito de abusar da beleza de meu amor, e por não ser uma coisa normal de minha pessoa, depois de tudo, caímos na risada.

Analisar a mente de um ciumento contumaz é o mesmo que tentar, sozinho, montar um quebra-cabeças de 100 mil peças, dá uma trabalheira. Porque é um mundo único, esse tipo de ciumento é quase um autista. Ele vê coisas, ouve coisas e faz coisas nas quais ele acredita piamente. Todo mundo está errado, ele está certo e acabou! E quantos argumentos esse povo tem, viu?

Qual minha surpresa ontem, na minha leitura costumeira antes de cair nos braços de Morfeu, folheando minha recém-chegada revista Vida Simples (maravilhosa, eu indico), a colunista Marcia Tiburi, filósofa, trazia justamente este tema, sob o título "Dono de você". No texto existem passagens interessantes, que somente corroboram minha idéia de ciúme, as quais transcrevo logo abaixo:


  • Há quem se aposse do outro a quem diz amar do mesmo modo como se sente dono da camisa ou da bolsa que acabou de comprar. Para alguns, o namoro ou casamento, ou a conquista de um amor ou a compra de um objeto resultam no mesmo direito de posse.
  • O ciumento reclama a posse de alguém como quem exige direitos de consumidor.
  • Ao se tratar de amor, ou de qualquer laço afetivo, sabemos que todo investimento é a fundo perdido. O ciumento é um avarento que não suporta esse logro que a vida prega em qualquer um que sinta amor, dia após dia.
  • Ninguém pode dizer quem ou o que é o culpado de um amor que se esvai. O próprio ciúme é, muitas vezes, a causa do fim infeliz de muitas relações.
  • René Descartes comentou o ciúme como um temor relativo ao desejo que temos de conservar algum bem. Enquanto medo ele é vivido como ameaça.
  • Nosso erro é pensar que ele revela a ameaça, quando na verdade apenas sinaliza o medo.
  • O ciúme transforma o cuidado normal a que chamamos zelo em apego exagerado.
  • O ciúme torna-se um regulador das relações amorosas. Pode se transformar em poder, em dominação e até mesmo em violência.
  • Quem é amado por um ciumento está, de certo modo, sendo privado do melhor do amor, que é a liberdade.
  • O ciumento pode ter vivido um trauma, pode ser vítima de suas fantasias.
  • Em qualquer caso o ciumento é aquele que encontra alguém que o sustenta. Alguém com quem ele se identifica de tal modo que teme perder a si mesmo ao perder quem ama ou diz amar.
  • Curar o ciúme é curar a angústia que nos impede de ver que a vida de cada um, por mais acompanhada que seja, é a experiência de saber-se único e só.
Como eu gostaria que alguns pares de pessoas lessem essa minha postagem e refletissem. Certamente alguns relacionamentos se tornariam mais leves e mais felizes.

Beijinhos e até mais!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Até quando...















Oi, Pessoal!

Minha postagem hoje não é sobre coisas alegres, nem um fato interessante que aconteceu, mas não deixa de ser relevante, posto que agora, infelizmente, a violência faz parte do cotidiano de todos nós.

Fiquei muito triste com o desfecho que teve a história do triângulo Eloá - Lindenberg - Naiara, não imaginava nem de longe que ele teria coragem de fazer isso, afinal, ele alegava amá-la. Será que quem ama maltrata?

No início, confesso que acreditei e confiei na imagem que a mídia passou, de um trabalhador, calmo, amoroso. Depois, com o passar de tantas horas,
comecei a recear a confusão mental daquele rapaz, pensando que ele realmente não tinha vontade de que o desfecho fosse pacífico.

Também não concordo que devamos sair culpando a polícia, a família, tampouco trazer especialista brasileiro que mora nos EUA e treina a SWAT, para dizer, depois que tudo aconteceu, qual teria sido a melhor opção, isso não ajuda em nada, só incita mais violência, intolerância e revolta. Por que ele não veio
ajudar antes do desfecho, já que o episódio teve repercussão internacional?

Fiquei triste também quando soube que uma criança de 6 anos foi morta por bala perdida, aqui, bem pertinho de casa, na Cidade Baixa. Seis anos, gente, filho único! A mãe tentou ter um filho por 16 anos, e quando vem, a violência ceifa sua vida em tão tenra idade, com tudo pela frente. É uma sensação ruim, estranha, afinal, bala perdida era uma realidade distante, lá no Rio de Janeiro.

Hoje, acordei assustada aqui na minha rua, com um rapaz ameaçando meu vizinho da frente de morte. Eram impropérios absurdos que ele gritava. Eu me tremia da cabeça aos pés. Isso tudo aconteceu, pelo que pude entender, por conta de uma confusão entre os dois, meu vizinho veio em casa e pegou uma faca. O outro veio correndo atrás, para matá-lo. Resultado, meu vizinho teve que sair de casa, a toque de caixa, para não morrer.

Nós nunca pensamos que essas coisas aconteceriam tão próximas. E cada dia que passa, aumenta mais. As formas de violência se aprimoram. A paisagem da cidade hoje se resume em: carros com os vidros escuros e fechados, prédios com seguranças armados, helicóptero da polícia sobrevoando tudo, pessoas assustadas em pontos de ônibus, dentro do ônibus, nas ruas, enfim, todo mundo com medo, à mercê de pessoas que não têm nada a perder, que matam por um real, um celular, que tocam o terror pelo simples prazer. Sem falar que não podemos confiar 100% na polícia, pois nos últimos dias vemos que ela hoje se enfrenta. Um absurdo.


Penso que para melhorar a violência, o trabalho é a longuíssimo prazo, mas é necessário que se tome providência agora. E isso não é uma obrigação exclusiva do governo, da polícia, unicamente, é minha, é sua, de todos nós. Precisamos de educação, de voltar a ensinar valores importantes a nossos filhos, de participar mais ativamente de sua educação doméstica, de dar exemplos e não de suprir faltas com dinheiros, presentes absurdos, entre outros mimos que estragam uma mente em formação.


A pergunta que fica é: onde tudo isso vai parar? Aonde vamos ter que chegar para unir forças e lutar por mudanças reais?

Um filme que ajuda a refletir sobre isso, sobre o ciclo vicioso da violência é "CRASH - NO LIMITE". Eu indico.

Beijos e até mais!!!


domingo, 19 de outubro de 2008

Responda-me se for capaz!

















  • Por que as pessoas não cuidam da própria vida, ao invés de ficar dando palpite na alheia, sem nenhuma propriedade?
  • Por que aprendemos primeiro o verbo "julgar" ao invés de "ouvir", "analisar", "calar"?
  • Por que com tanto espaço na rua, meu vizinho resolve estacionar a droga do carro dele na porta da minha garagem ou do meu espaço de manobra?
  • Por que esse mesmo vizinho acha que eu tenho obrigação de compartilhar do mesmo mau gosto "musical" que ele, colocando as "músicas" com as letras mais absurdas e inimagináveis no último volume?
  • Por que sempre tenho a impressão de que os motoristas de Salvador estão treinando para dirigir ambulância?
  • Por que a minha vizinha sempre precisa saber pra onde eu vou, se estou folgando, por que cheguei cedo, se ainda estou namorando, se eu viajei, etc e tal? Sempre "me" pergunto o que ela tem com isso, mas sei que não vai demorar o dia de perguntar diretamente a ela.
  • Por que a maioria das pessoas confundem grosseria com sinceridade?
  • Por que certas "mulheres" confundem vulgaridade e promiscuidade com emancipação?
  • Quem disse que noivar é promessa real de casamento? Eu acho uma mera expectativa, que pode ser satisfeita ou não, sem grilos. Ademais, certamente muita gente lamentaria se esta expectativa fosse satisfeita.
  • Quando é que as pessoas vão aprender que não se aprisiona o amor? Que ele livre é muito mais lindo?
  • Onde é que está escrito que ciúme é prova de amor? Me digam, porque eu vou lá agora apagar, pois eu acho que é falta de confiança.
  • Por que maturidade não pode ser diretamente proporcional à idade? (Seria tão bom!)
Bem, essa é somente a parte 1. Virão muitas outras, pois são muitas dúvidas. Quem se habilita a me ajudar a esclarecer?

Recomendação do dia: Assistam ao vídeo "http://br.youtube.com/watch?v=1k08yxu57NA". É simplesmente sensacional, para almas sensíveis.

Um beijooooooooo!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ah! As mulheres!

















Hoje me lembrei de um episódio interessante, que me aconteceu há uns anos:

Uma colega de faculdade havia terminado um namoro de uns 3 anos. Mais ou menos uns 2 meses depois, estava eu na Biblioteca estudando e chega ela toda feliz e contente. E eu:

- Oi, menina, e aí, toda feliz, viu passarinho verde?

- Ela: - Não, ontem eu vi meu ex no shopping com a namorada nova dele.

- Eu: - Nossa, que bom que você fica feliz pela felicidade dele, não é só porque terminaram que precisava ficar com raiva, né? Sou a favor da amizade com ex.

- Ela: - Oxe, menina, eu tô feliz porque ela é feia de doer! Hahahaha!

Depois que ela me largou essa pérola, pensei : - É, acho que terei de concordar com Nietzsche quando ele disse " Temam e tremam diante da mulher, porque o homem é somente mal, mas a mulher é perversa".

O mundo das mulheres é realmente algo incrível!

Um beijo e até outro dia!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Minha estréia!

















Olá
,

Essa é a minha estréia como "blogueira". Minha intenção é exatamente a que expresso no título, postar minhas impressões cotidianas, minhas opiniões sobre tudo que acho relevante.

A vida é um espetáculo maravilhoso, então, pensei no quão interessante seria dividir com vocês a minha sensação particular sobre a vida.

Podem comentar sempre, viu, galerinha? Espaço aberto!


Um beijoooooooooooo! E viva a primavera!

Recomendações: Assistam ao novo DVD de Ana Carolina (Show de bola), ao DVD do filme "O fabuloso destino de Amélie Poulain" (lindinho, um luxo para quem é sensível) e vão ao cinema ver "As duas faces da lei" (não é todo dia que se pode prestigiar a parceria Al Pacino e Robert De Niro no mesmo filme).

Se for dirigir, não beba! Se for beber, não dirija!