sábado, 19 de junho de 2010

Um prato de arroz!


Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado, ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!
"Respeitar as opções do outro em qualquer aspecto é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Nunca julgue. Apenas compreenda".

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Nota de Falecimento


Essa notícia é somente para quem é ou foi da área Contábil.

Faleceu no último dia 07 o Doutor Antônio Lopes de Sá, em virtude de um aneurisma cerebral.

Ilustre Cientista Contábil, era economista, contador, conferencista, pesquisador e Doutor em Ciências Contábeis e homem possuidor de uma cultura ímpar.

O Professor Lopes de Sá foi autor de mais de 150 livros publicados no Brasil, Espanha e Argentina e presidente de vários órgãos nacionais e internacionais.

É uma perda irreparável para o mundo da contabilidade.

Quando graduanda em Contábeis, tive o privilégio de assistir uma paletra e realmente se tratava de uma sumidade na área. Sem falar que sempre estudava e pesquisava pelos seus livros. E entre colegas chamava-o carinhosamente de vovô da Contabilidade.

Que descanse em paz, pois além de possuidor de cultura destacável, parecia se tratar de uma boa pessoa.

Fiquei sabendo da notícia por e-mail, através de um colega da Rondônia, Marcos Neto.

domingo, 6 de junho de 2010

A borboleta azul


Havia um viúvo que morava com suas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
“O que você vai fazer?” – perguntou a irmã.
“Vou esconder a borboleta em minhas mãos e
perguntar se ela está viva ou morta.
Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e
esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!”
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
Depende de você... Ela está em suas mãos!!!

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

Fernando Pessoa